desterrocore

whoami

lennon da silva rocha

cat /etc/role

engenheiro backend sênior

produtor cultural / cinema

florianópolis / santa catarina / brasil

Construo sistemas — digitais e culturais.

Sou Lennon, engenheiro backend sênior em Florianópolis. Trabalho com sistemas distribuídos, pagamentos, antifraude, integrações e arquitetura cloud-native — código que precisa ficar de pé e continuar legível depois de anos. Fora do software, organizo e executo cineclubes, sessões de cinema, mostras comunitárias e educação popular em tecnologia em Santa Catarina. Nos dois casos o trabalho é o mesmo: montar a infraestrutura que sustenta o resto.

  • SISTEMAS DISTRIBUÍDOS
  • CINEMA
  • INFRAESTRUTURA
  • CULTURA

STATUSONLINE

LOCALIZAÇÃODESTERRO

MODOBUILD

STACKJVM / KOTLIN

FIG. 01 — PONTE HERCÍLIO LUZ Elevação técnica. Vão central de 339,5 m, 819 m no total, concluída em 1926. Desterro aparece como origem, não como cartão-postal.

SISTEMAS

~/sistemas

Não são duas carreiras. É a mesma prática em dois meios. Servidores e salas de cinema impõem o mesmo tipo de problema: componentes que dependem uns dos outros, recursos finitos, prazos, falhas previsíveis e a necessidade de que aquilo continue funcionando depois que o entusiasmo inicial passa.

Construo sistemas. Alguns rodam em servidores. Outros rodam em gente, território, cultura, logística e organização coletiva.

No software, trabalho no backend: arquitetura de serviços, integrações e as partes que precisam continuar corretas sob carga. A maior parte da minha experiência está em pagamentos, antifraude e plataformas financeiras — domínios em que um erro não é um bug de tela, é dinheiro e confiança. Desenho sistemas distribuídos e orientados a eventos, com Kotlin, Java, Python, Spring, Kafka, filas e infraestrutura em nuvem, e me preocupo menos com o que estreia bonito e mais com o que aguenta cinco anos de mudança.

Na cultura, o meio muda e o trabalho continua parecido. Desde 2015, no CineCASTA em Porto Alegre, e depois em Florianópolis e Palhoça com os cineclubes Vozes Veladas, Marighella e Pátria Grande, atuei em curadoria de sessão, organização, operação técnica de exibição, mediação de debate e formação de público. Também cofundei a Escola Popular de Tecnologia, no Instituto Caeté, com aulas de informática e suporte técnico gratuito para quem não teria outro caminho até isso.

O que se repete é o método. Você abstrai até o que importa, mapeia as dependências que existem de verdade e não as que seriam convenientes, decide o que acontece quando algo falha — porque algo falha —, trabalha com recurso limitado e escreve o suficiente para que outra pessoa consiga tocar aquilo sem você. Arquitetura sem execução é slide. Execução sem arquitetura dura uma edição.

SOFTWARE

Sistemas distribuídos em produção

Backend em domínios onde erro custa: pagamentos, antifraude, integrações corporativas. Serviços que conversam por eventos, filas e contratos explícitos, com observabilidade suficiente para que a causa apareça antes do prejuízo.

CULTURA

Infraestrutura cultural em território

Cineclubes em Porto Alegre, Florianópolis e Palhoça: curadoria, sala, projeção, debate e público que volta na semana seguinte. Mais a Escola Popular de Tecnologia, onde conhecimento técnico vira infraestrutura pública.

EQUIVALÊNCIAS

Equivalências entre sistema de software e sistema cultural
SISTEMA DE SOFTWARE SISTEMA CULTURAL
arquiteturadesenho de produção
dependências e contratosparcerias e articulação
deployestreia da sessão
observabilidadeformação e avaliação de público
SLA e plantãoprestação de contas
escala horizontalterritório

INVARIANTES

  • arquitetura antes da execução
  • dependências reais, não convenientes
  • restrição de recursos
  • modos de falha mapeados
  • manutenção de longo prazo
  • documentação que sobrevive

ENGENHARIA

~/engenharia

Backend em domínios onde errar sai caro: pagamentos, antifraude, plataformas financeiras e integrações entre empresas. O trabalho é menos sobre escrever endpoints e mais sobre desenhar limites, contratos e modos de falha — e manter tudo isso legível depois de anos de mudança.

Trabalho principalmente com backend em sistemas onde correção, confiabilidade, desempenho, integração e resiliência operacional não são detalhes. O que me interessa começa depois do endpoint: onde ficam as fronteiras entre serviços, como eles conversam, o que acontece quando um deles cai, qual mensagem pode ser reprocessada sem duplicar efeito, o que dá para observar em produção e como uma base de código continua sendo alterável cinco anos depois de escrita.

DOMÍNIOS

  • Pagamentos
  • Antifraude
  • Plataformas financeiras
  • Integrações corporativas
  • Sistemas distribuídos
  • Sistemas orientados a eventos
  • Infraestrutura de mensageria
  • Processamento assíncrono
  • Modernização cloud-native
  • Arquitetura de software

STACK

LINGUAGENS

  • Kotlin
  • Java
  • Python

BACKEND & ARQUITETURA

  • Spring
  • Spring Boot
  • REST
  • Microservices
  • Event-driven

MENSAGERIA & STREAMING

  • Apache Kafka
  • RabbitMQ

CLOUD & INFRAESTRUTURA

  • AWS
  • Azure
  • Kubernetes
  • Containers
FIG. 02 — TOPOLOGIA ORIENTADA A EVENTOS TOPOLOGIA DE REFERÊNCIA Formato recorrente do trabalho: borda síncrona fina, núcleo assíncrono. A API aceita, valida e devolve rápido; o resto atravessa tópicos Kafka. Consumidores idempotentes, retry com backoff, dead letter para o que não se resolve sozinho, e métricas e traços em cada salto.

INTERESSES

  • Desenho de sistemas resilientes
  • Observabilidade de sistemas
  • Modernização de plataformas
  • Dívida técnica e manutenção
  • Arquitetura que sobrevive ao crescimento
  • Padrões de arquitetura
  • Ferramental de desenvolvimento
  • APIs e integrações

NOTA

Meu terreno é backend e arquitetura distribuída. Leio e escrevo frontend quando o trabalho exige, mas não me apresento como designer de interface: o que eu resolvo bem fica atrás da API — topologia, contrato, consistência e o que acontece quando algo falha.

CULTURA

~/cultura

Dez anos de trabalho cultural que saiu do papel: cineclubes montados, filmes projetados, oficinas dadas, debates mediados, público formado. De Porto Alegre a Florianópolis e Palhoça, quase sempre fora do circuito tradicional de exibição — e, mais recentemente, ensinando tecnologia onde ela costuma não chegar.

05 INICIATIVAS

2015–2025 ANOS DE ATUAÇÃO

03 CIDADES

  1. 001 EXECUTADO

    CineCASTA

    Cineclube do Centro Acadêmico de Ciências Humanas

    Porto Alegre / RS 2015–2017 Curadoria e mediação

    Primeiro trecho longo da minha trajetória cineclubista. Curadoria das sessões, montagem das exibições, oficinas, mediação e formação de público dentro da universidade — cinema lido junto com política, ciências humanas e pensamento crítico, sem transformar o debate em aula.

    • CINECLUBE
    • CURADORIA
    • UNIVERSIDADE
  2. 002 EXECUTADO

    Cineclube Vozes Veladas

    Exibição e formação audiovisual

    Florianópolis / SC 2023–2024 Organização e execução técnica

    Retomada do trabalho cultural já em Santa Catarina, e o começo de uma atuação contínua ligada à rede da Pátria Grande Produções. Apoio às exibições, organização das sessões, oficinas, atividades formativas, mediação audiovisual e condução do debate depois do filme.

    • EXIBIÇÃO
    • OFICINAS
    • MEDIAÇÃO
  3. 003 EXECUTADO

    Cineclube Marighella

    Cinema fora do circuito

    Palhoça / SC 2024 Organização e mediação de debates

    Cineclube em Palhoça, longe das salas de sempre. Organização e execução das sessões, apoio técnico à projeção, mediação dos debates e formação de público — cinema colado no território, na vizinhança e na conversa política que vem depois.

    • TERRITÓRIO
    • PROJEÇÃO
    • DEBATE
  4. 004 EXECUTADO

    Cineclube Pátria Grande

    Exibição e formação de público

    Florianópolis / SC 2024–2025 Suporte técnico e organização

    Trabalho técnico e organizativo na programação ligada à Pátria Grande Produções: montagem e operação das exibições, oficinas, organização geral das sessões e apoio às atividades formativas. Programar uma temporada de cineclube tem mais em comum com operar um sistema do que parece.

    • PROGRAMAÇÃO
    • PRODUÇÃO
    • FORMAÇÃO
  5. 005 EXECUTADO

    Escola Popular de Tecnologia

    Iniciativa do Instituto Caeté

    Santa Catarina 2024–2025 Cofundador e professor

    Aulas de informática e tecnologia, suporte técnico gratuito, organização pedagógica e inclusão digital para comunidades de baixa renda. É aqui que os dois eixos se encontram sem metáfora nenhuma: conhecimento técnico funcionando como infraestrutura educativa e cultural.

    • EDUCAÇÃO
    • INCLUSÃO DIGITAL
    • COMUNIDADE

REDE

Pátria Grande Produções

Rede independente de produção audiovisual em Santa Catarina, e o contexto em que boa parte dessas experiências aconteceu. Foi por ali que circulou o trabalho de programação de cineclube, organização técnica, exibições, oficinas, debates e formação de público em Florianópolis e Palhoça. Não é mais um projeto da lista: é o ambiente que sustentou vários deles, com curadoria, cinema ambiental, educação e ação cultural no território.

MÉTODO

~/metodo

Cineclube não acontece por boa vontade. Acontece porque alguém definiu objeto, público, metodologia, equipe, cronograma, orçamento e requisitos técnicos até a coisa rodar. É o mesmo problema de projeto que arquitetura de sistemas, resolvido fora do software.

Transformar ideias culturais em sistemas executáveis.

Uma sessão de cineclube parece simples de fora: alguém aperta play. Por trás, é objeto e objetivos definidos, público identificado, metodologia de mediação, plano de acessibilidade, cronograma que sobrevive a imprevisto, equipe com funções claras, espaço negociado, orçamento fechado, requisitos técnicos de projeção e som, curadoria pesquisada e registro do que aconteceu. Uma escola popular de tecnologia exige o mesmo, distribuído ao longo de meses e turmas.

O paralelo com arquitetura de software é quase direto. Os requisitos chegam incompletos, os recursos são escassos, as dependências são reais — sala, equipamento, gente, transporte, direitos de exibição — e o sistema precisa continuar coerente o bastante para ser avaliado de fora e para rodar no dia marcado. Muda o meio de execução: em vez de serviços e filas, pessoas, espaços e logística.

PIPELINE

  1. 01

    Conceito e recorte

    Qual filme, para quem, por quê, naquele território. Antes de qualquer planilha, o recorte curatorial e o objetivo precisam caber em duas frases sem enrolação.

  2. 02

    Escopo e requisitos

    Levantamento do que a coisa exige de fato: público, metodologia, acessibilidade, direitos de exibição, espaço, equipamento, equipe. É aqui que a ideia perde o que não se sustenta.

  3. 03

    Desenho de produção

    Cronograma, orçamento, divisão de funções, articulação com quem cede o espaço e com quem já organiza o território. O plano tem que aguentar imprevisto sem perder a forma.

  4. 04

    Execução em campo

    Sessão montada, projeção testada, mediação conduzida, público recebido. Nenhum plano sobrevive intacto ao dia — o que sobrevive é a capacidade de decidir rápido com o que existe.

  5. 05

    Registro e formação

    Lista de presença, fotos, relatório, o que funcionou e o que não. Sem registro, a sessão seguinte recomeça do zero e público nenhum se forma ao longo do tempo.

CAPACIDADES

  • Desenho de produção
  • Composição de equipe
  • Desenho de cronograma
  • Orçamento de projeto
  • Plano de acessibilidade
  • Articulação territorial
  • Pesquisa curatorial
  • Estratégia de registro
  • Requisitos técnicos
  • Identificação de riscos

SOBRE

~/sobre

Engenheiro de software por ofício, produtor cultural por trajetória. As duas frentes se resolvem na mesma pergunta: como sustentar algo que precisa continuar funcionando depois que a novidade passa — seja um sistema em produção, seja uma sessão de cinema no bairro.

Ilustração circular do Desterrocore: figura encapuzada, silhueta da ponte Hercílio Luz, sol laranja granulado, contorno do litoral catarinense, curvas de nível e fragmentos de terminal.
FIG. 03 — DESTERROCORE / NÓ DE IDENTIDADE

Sou engenheiro de software sênior, baseado em Florianópolis, com experiência em construir e evoluir sistemas de backend em domínios onde erro custa caro: pagamentos, antifraude, plataformas financeiras e integrações corporativas. Trabalho com arquitetura distribuída e ambientes cloud-native, e me interessa menos o endpoint isolado do que os limites entre serviços, os modos de falha e a manutenção de longo prazo. Meu stack principal gira em torno de Kotlin, Java, Python, Spring, microsserviços, arquitetura orientada a eventos, Kafka, RabbitMQ, AWS, Azure e Kubernetes.

A outra frente é cultural. Desde 2015 organizo e executo cineclubes — curadoria, projeção, mediação de debate, formação de público — de Porto Alegre a Florianópolis e Palhoça, parte disso dentro da rede da Pátria Grande Produções. Em 2024 ajudei a fundar a Escola Popular de Tecnologia do Instituto Caeté, com aulas de informática e suporte técnico gratuito para comunidades de baixa renda. Cinema, território e educação técnica acabam sendo a mesma conversa.

Não são duas pessoas. Nos dois casos o trabalho é infraestrutura: mapear dependências, definir responsabilidades, dimensionar recursos, cronograma, orçamento, e deixar tudo funcionando sem depender de heroísmo. Um sistema roda em servidor; o outro roda através de pessoas, espaços e logística. Método parecido, meio diferente. Também é assim que transformo uma ideia cultural solta em projeto executável.

IDENTIDADE

Desterrocore

Desterro é o nome antigo de Florianópolis — a identidade começa no território, não em um logotipo. Core carrega quatro sentidos ao mesmo tempo: o núcleo de um software, a engenharia de sistemas, a cultura underground e a camada de base que sustenta o que aparece na superfície. Junto, virou assinatura pessoal, técnica e cultural. Não é marca de startup, não tem pitch e não pretende escalar.

DADOS

BASE
Florianópolis, SC — Brasil
FOCO
Backend — arquitetura distribuída
IDIOMAS
Português — Inglês
COORDENADAS
27.5954 S, 48.5480 W

CONTATO

~/contato

Vamos construir alguma coisa.

Aberto a trabalho de backend e arquitetura, e a colaboração cultural — cineclube, produção, formação. Se a conversa for concreta, melhor ainda. Por enquanto o canal aberto é o GitHub.

ABRIR GITHUB

e-mail profissional em breve

status: aberto a backend, arquitetura distribuída e produção cultural

Sem formulário, sem funil.