Sou engenheiro de software sênior, baseado em Florianópolis, com experiência em construir e evoluir sistemas de backend em domínios onde erro custa caro: pagamentos, antifraude, plataformas financeiras e integrações corporativas. Trabalho com arquitetura distribuída e ambientes cloud-native, e me interessa menos o endpoint isolado do que os limites entre serviços, os modos de falha e a manutenção de longo prazo. Meu stack principal gira em torno de Kotlin, Java, Python, Spring, microsserviços, arquitetura orientada a eventos, Kafka, RabbitMQ, AWS, Azure e Kubernetes.
A outra frente é cultural. Desde 2015 organizo e executo cineclubes — curadoria, projeção, mediação de debate, formação de público — de Porto Alegre a Florianópolis e Palhoça, parte disso dentro da rede da Pátria Grande Produções. Em 2024 ajudei a fundar a Escola Popular de Tecnologia do Instituto Caeté, com aulas de informática e suporte técnico gratuito para comunidades de baixa renda. Cinema, território e educação técnica acabam sendo a mesma conversa.
Não são duas pessoas. Nos dois casos o trabalho é infraestrutura: mapear dependências, definir responsabilidades, dimensionar recursos, cronograma, orçamento, e deixar tudo funcionando sem depender de heroísmo. Um sistema roda em servidor; o outro roda através de pessoas, espaços e logística. Método parecido, meio diferente. Também é assim que transformo uma ideia cultural solta em projeto executável.